
Programação Novembro/2009
Estamos, meu bem, por um triz
O cantor Toni Ferreira, acompanhado por Roberto Cury (violão), presta no show um tributo ao ídolo Cazuza.
No início dos anos 80, um garoto dourado do sol de Ipanema surpreendeu o cenário musical brasileiro. À frente de uma banda de rock cheia de garra, começou a dar voz aos impulsos de uma juventude ávida de novidades. Ele, Agenor de Miranda Araujo Neto, o Cazuza, nascido no Rio de Janeiro, em 04 de Abril de 1958, era a grande novidade.
O Brasil saía de um longo ciclo ditatorial e vivia um clima de democracia ainda incipiente, mas suficiente para liberar as energias contidas. Cazuza desempenhou um papel importante nesse processo. E quando as misérias e mazelas nacionais foram se desnudando, ele respondeu sem meias palavras.
A expressão de sua repulsa diante desse quadro só pode ser comparada à coragem com que lutou por sua vida, no enfrentamento público da Aids. Lições de indignação e de dignidade; de como levar a vida na arte e “ser artista no nosso convívio”.
No pouco que viveu, Cazuza deixou uma obra para ficar. Bebeu na fonte da tradição viva da MPB para recriar, num português atual e espontâneo, cheio de gírias, e num estilo marcadamente pessoal, a poesia típica do rock. Por tudo isso, foi chamado, com justiça, de o poeta da sua geração.
Toni Ferreira cantou em público pela primeira vez aos 5 anos, mas foi aos 16 anos que iniciou sua carreira. Após fazer uma aula experimental de canto, o professor imediatamente observou a similaridade de sua voz com a de Cazuza. A partir daí, Tony passou a se identificar com o novo ídolo e a homenageá-lo em diversos bares de São Paulo.
Eu, a Viola e Deus
Miltinho Edilberto faz uma viagem através da musica brasileira. Pegando carona no Trenzinho Caipira, de Heitor Villa-Lobos, vai parando em várias estações do interior do nosso riquíssimo acervo cultural.
A cantoria, repleta de brasilidade, revela as infinitas possibilidades da viola caipira. Sotaques e dialetos de várias regiões que vão do tradicionalismo gaúcho até a viola de cego dos repentistas do Norte e Nordeste.
Recheado de causos, paródias e críticas bem humoradas, o show instiga o senso critico da platéia.
Samba Power
Falar sobre a vida de Nereu é falar da história da música brasileira. Desde o começo de sua carreira, passando por parcerias com Ataulfo Alves, Grande Otelo e outros, até desembocar em uma das fases mais criativas dos anos 60, quando o samba encontrou o jazz nos becos cariocas.
Em 1968, com Fritz e João Parahyba formou o Trio Mocotó, banda que acompanhou de Cartola a Duke Ellington e, junto com Jorge Ben, criou o samba rock.
Nereu é o pandeirista mais cult do Brasil, e nesse show mostra toda a sua versatilidade, trafegando pelo lado mais tradicional do samba, sem deixar de lado os acentos mais modernos do gênero.
Sarau é um evento cultural ou musical, que pode envolver música, dança, poesia, teatro, ou qualquer tipo de arte. É uma reunião festiva entre amigos, onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se manifestarem artisticamente. Esse tipo de evento era muito comum no século XIX e vem sendo redescoberto por sem caráter de inovação, descontração e satisfação.
Nesse dia especial, teremos a presença de vários músicos e atores. Venha participar com a gente!
Todas as quintas-feiras, às 20 horas, Elaine Morie faz a abertura dos shows que iniciam às 21 horas.
Pesquisa Biográfica e Apresentação: Célia Fiorani Villa e Celso Antonio Pereira
Produção: Vanda Fiorani e Paulo Eduardo Pereira
Entrada: R$ 15,00
Local: Anexo beleléu (piso superior do beleléu karaokê)
Reservas: Fones: (11)2221-0262 ou (11)8199-8813

Textos da apresentação
shows da 2ª Edição:
Textos da apresentação
shows da 1ª Edição:

Anexo beleléu
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